Chamo-me CHARLIE e fui um cão cocker spaniel dourado. Partilhei a vida com o meu amigo ET de 1993 a 2005, quando me fui embora, apesar de continuar sempre presente junto dos AMIGOS. NESSA PERSPECTIVA FIZ ESTE BLOG
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
CÃO PRISIONEIRO
Desde que subi acima das nuvens passei a surpreender-me cada vez mais com a naturesa humanóide. Com o gosto de alguns em ter os seus cães amarrados com correntes... Não que seja uma moda, que daqui bem vejo a falta de sensibilidade das gentes. É que não chega dar de comer ao cãozinho. É preciso respeitar a sua personalidade e direitos...
Pois é, há quem nos deixe presos durante anos. de vez em quando, trazem-nos um prato de restos e aproximam-no-lo com o pé, sem chegarem perto de nós... depois, ficamos com este olhar perdido e assustado, como um fantasma que de repente percebe que afinal é visível.
4 comentários:
Pois é, há quem nos deixe presos durante anos. de vez em quando, trazem-nos um prato de restos e aproximam-no-lo com o pé, sem chegarem perto de nós... depois, ficamos com este olhar perdido e assustado, como um fantasma que de repente percebe que afinal é visível.
É muito duro ser Anjo, Charlie. É preciso muito AMOR e COMPAIXÃO, por TUDO.
Mas tu és!
Caniche Vagabundo,
Atyé para ser cão é pereciso ter sorte. O mesmo se aplica a cães defuntos como este aqui que se assina como
Charlie, o cão fantasma
Lisbongirl,
Ser Anjo até não é mau de todo, o maior problema é a alimentação, que é toda fornecida em comprimidos...
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